quarta-feira, 26 de outubro de 2011

SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS

ALGUNS TRABALHOS REALIZADOS NA SRM.

 
Kaio Pires com deficiência Múltipla (estrabismo congênito, deficiência física e paralisia cerebral) ouvindo a estorinha do ursinho pardo contada pela professora.

 
A aluna Dalila, estuda o 6º ano e ainda não alfabetizada, com retardo mental e deficit de atenção usando a tecnologia assistiva em processo de alfabetização.


O aluno Samuel tem deficit de atenção e hiperatividade, estuda o 6º ano, ler escreve, mas não gosta de escrever está utilizando peças de montar para confeccionar os brinquedos que mais gosta.


Prancha de comunicação feita pelo Samuel Alefe aluno com paralisia cerebral que estuda o 7º ano não escreve mas tem uma leitura de mundo muito rica. Atualmente está infrequente por problemas de saúde mental.
 
A imagem foi o uma atividade que o aluno Mateus Carvalho fez utilizando o paint para enviar para sua amiga virtual. Ele é surdo, ainda não alfabetizado que estuda o 7º ano. Muito bom em matemática.

Depoimento da professora de SRM.
De acordo com as atividades realizadas durante estes dois módulos entre os alunos da escola e dos cursistas utilizando a tecnologia Assistiva como em qualquer realização de atividades percebe-se que há pontos positivos e negativos ou de fragilidades.
            Nestas atividades realizadas os pontos positivos foram: a interação com outros alunos de outros contextos sociais, a utilização de vários tipos de ferramentas digitais acessíveis,  a diversidade de recursos que conhecemos e que podem ser usados com qualquer tipo de deficiência como os quebra -cabeças e o jogo da memória que estimulam o raciocínio e a atenção perceptiva e os jogos de dominós que estimulam a socialização e as histórias que estimula a oralidade e expressividade.
            Os pontos negativos são que nem todas as escolas dispõem destes recursos acessíveis para ser usados pelos professores, imaginem pelos alunos. As políticas públicas ainda deixam muito a desejar na colaboração para que as escolas em geral adquiram estes equipamentos tecnológicos, devido quando aparece um investimento é de valor muito baixo em relação a resolução da demanda.
            Da mesma forma quase de modo geral a fragilidade está presente nas entidades públicas, na questão  das escolas já serem construídas nos padrões de acessibilidade arquitetônica e na questão do aperfeiçoamento do educador nas habilidades educativas para o trabalho da inclusão. Uns estão esperando serem agraciados com uma oportunidade de formação gratuita, outros não se acham com perfil para tal formação, as famílias são poucas as que acreditam no sucesso dos filhos e os próprios alunos são desmotivados por natureza achando que já conquistaram tudo por estar na escola.
            Entretanto, as possibilidades de apoiar o processo de desenvolvimento de um aluno, ou seja de uma pessoa com necessidades especiais com essas estratégias pedagógicas estão evidentes. Proporcionar desafios é com certeza a melhor forma de favorecer a independência, a autonomia e porque não dizer sua autoformação social.
            Neste caso o aluno aprende fazendo e isso é de suma importância para apreensão dos conhecimentos e ampliação dos conhecimentos já adquiridos.














quinta-feira, 20 de outubro de 2011

IDENTIFICAÇÃO DA PROFESSORA

Graduada em Normal Superior e Pedagogia e especialista em Psicopedagogia, Libras e em Atendimento Educacional Especializado tem procurado está à frente do Trabalho de Inclusão de alunos com deficiências no Ensino Regular por acreditar que como disse Paulo Freire:
Alderice S. Parente
Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”. É evidente que a coletividade faz a diferença. "A unicidade das idéias é quem produz a multiplicidade dos valores"(grifo da autora).